quinta-feira, 3 de março de 2011



Demonstrações de amor que a sério são poucas,
para o meu valor que acredito que em mim também encontras.
Rumo ao desconhecido à espera de um sorriso convicto
mas eu não sei bem se existe quanto mais se existe contigo.
Dou por mim entretido a contemplar o teu umbigo
que fazia maior do que o meu próprio sorriso.
Sinto-me a lutar contra uma corrente violenta,
uma estrada que é eterna mas deixa me sempre na mesma.
E eu na mesma, frente a mil memórias,
encostado a uma parede a lembrar me de dias sóbrios.

HOJE SEM TI, SÓ EU E ESTA GARRAFA,
EMBRIAGADO EM BRIGAS QUE NÃO NOS LEVAM A NADA.
ÉS DEMAIS PARA MIM, VEJO-TE A DOBRAR...
FAZES DUAS DE MIM, SÓBRIO NEM NOTAR.
E ESTA VONTADE QUE ME PEDE PARA FICAR,
É A MESMA QUE TE EMPURRA E TE OBRIGA AFASTAR..
DAQUI PARA FORA, NÃO PERCEBES É TARDE.
AGORA ÉS SO UMA MOLDURA SEM RETRATO.

e eu só, mesmo ctg ao lado amor
saiu para a rua de peito e queixo colado
afinal não estragas so o que pisas
puseste o céu em chamas agora só chovem cinzas
Só te quero ver longe, se estiveres por perto
deixas te um coração fechado dentro de um peito aberto.

Eu a nadar num mar de rosas sem pétalas só espinhos
sei que não percebes que o caminho ta no meio
e metes-me para o lado sem o mínimo de receio,
que eu possa voltar em busca de um ultimo beijo
para aquecer estes lábios roxos do frio.
Eu quero um pouco do conforto da primavera.
Dá-me tudo o que te peço, mostra me tudo o que me espera.
Quem me dera voltar atrás no tempo,
eu disse te que eras fria tu deste-me o inferno.
Dá-me só as chamas para aquecer esta cama,
cada vez que te enganas nos nomes que me chamas.


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